Demorou, mas aconteceu! Uma das coisas que eu mais planejava ainda grávida, era fazer massagem no meu filho. Mas qual não foi a grande frustração quando na época indicada (ao redor dos 2 meses) me deparei com um bebê completamente enfurecido quando começava a ser massageado...
Me recusei a acreditar e ainda insisti mais algumas vezes, mas todas as tentativas de deixá-lo relaxado acabavam em pura tensão. E eu achava que ia abafar na Shantala...

Até que uma amiga muito experiente no assunto, a
Jacqueline, me aconselhou começar aos poucos: uma semana só nos pés, depois pés e pernas e assim por diante. E recomendou ainda que não desistisse, que continuasse insistindo por a oleação ser muito importante para a imunidade, musculatura, sistema nervoso, coordenação motora e tal tal tal...
E assim eu fiz, de mansinho, quando ele começava a chorar, parava e só fazia novamente no dia seguinte.

Hoje estou muito feliz porque ele gosta visivelmente, já deixa eu fazer a Shantala completa e inclusive fica quietinho esperando por ela. Com o clima armado de musiquinha suave, óleo de lavanda no difusor e temperatura amena, faço logo após o banho e antes de mamar e dormir, graças a este ritual as noites têm sido maravilhosas.
Conversando com outras mães, descobri que é muito comum os bebês chorarem no começo e por isso, mesmo as mais bem intencionadas acabam desencanando.

Para quem quiser aprender recomendo que vá direto na fonte: o livro "Shantala" de Frédérick Leboyer, não tem erro, é lindo, poético, simples e muito claro!

E depois sai todo serelepe, o Picutico!